domingo, 26 de agosto de 2007

Quando uma luz verde faz muita diferença na sua vida

Sexta, por volta de 8 horas da noite. Num apartamente da rua Cardeal Arcoverde, Regina está sentada esperando os minutos passarem como se mais nada importasse. Algum vídeo estranho de vídeo-game rola na TV, o cigarro de creme (seu vício) queima, a vista pra Av. Rebouças é a mais incrível e finalmente o relógio colabora. Regina chega ao local do show, e logo senta no buteco. Alguns amigos, brincadeiras, cervejas, risadas e surpresas. OK, Regina irá fazer show com suas bandas (duas, sim) e todo mundo estaria presente, mas todo mundo mesmo? É... Duas ou três pessoas ela acreditava que não iriam, e foram! Seu coração batia e a vontade de abraçar o mundo aumentava. Passa o som, passa o tempo. Show, poucas lembranças, a não ser algumas cabeças agitando, algumas pessoas gritando, algumas partes frenéticas onde todos agitam e cantam... Segundo show, frenético igualmente, cabeças, corpos e movimento. Sons cantados com o mesmo poder de hits (somos formadores de hits?) ecoam na pequena casa de show.Regina se sente estranha quando termina o show, ela queria abraçar um por um, e dizer o quanto ela estava feliz por tudo aquilo. E não é que todo mundo foi abraçar a Regina?A noite foi acabando, bebidas acabando, cigarros, conversas... Um noite cheia de surpresas acaba com Regina com seu fiel escudeiro comendo pão-de-queijo as 6 da manhã, e logo após isso ela embarcando em um ônibus para o interior da cidade de São Paulo pra mais um compromisso desses sérios de gente séria.

Regina acredita que a vida é feita de pequenos grandes momentos, grandes dias onde cada pessoa ou cada palavra torna a vida interessante. Pessoas se tornam infelizes do nada, mas também alcançam a felicidade e nem percebem.


Felicidade é um sentimento inconstante, controlar é um dom, um ápice da sorte.

Um comentário:

Emanuel disse...

Massa! :)

Vou sempre dar uma olhada por aqui...

Beijo