terça-feira, 28 de agosto de 2007

Sempre chega a hora...


... em que a Regina tem que escolher.

Ela escolheu. Escolheu por algo em que realmente acredita. Mas... você acredita também?


Regina sempre teve certeza do que queria, mas por um instante as pessoas convenceram ela de que na realidade ela era a mais perdida de todas. Mas uma certeza ela ainda tem: tudo parece inconstante.

Algumas coisas na vida não precisam de afirmações, nem de palavras, nem de atos. São as certezas que a gente já têm, já são naturais. O amor, o carinho. Por exemplo, amor de mãe! Sua mãe não precisa provar pra você que te ama, ela ama e ponto.

A questão é acreditar. Ser honesto com você mesmo e com as pessoas que são honestas com você. As pessoas duvidam disso. Regina não gosta. Todos tentam dar conselhos. Qual o melhor conselho que você daria?

Regina acredita no amor. Regina acredita no presente. Regina sabe que o futuro é uma desculpa escrota pros atos do presente. Regina acredita nas pessoas.

O sol não apareceu hoje, Regina desce a escada, esfrega os olhos. O café ainda está quente, o cigarro acabou. Problema... Ela fecha os olhos, inclina a cabeça e lembra do abraço com a vista mais perfeita que já viu. Aquela janela gigante, as cadeiras... O sorriso mais sincero. De repente ela abre os olhos e escuta o riso irônico da vida.

domingo, 26 de agosto de 2007

Quando uma luz verde faz muita diferença na sua vida

Sexta, por volta de 8 horas da noite. Num apartamente da rua Cardeal Arcoverde, Regina está sentada esperando os minutos passarem como se mais nada importasse. Algum vídeo estranho de vídeo-game rola na TV, o cigarro de creme (seu vício) queima, a vista pra Av. Rebouças é a mais incrível e finalmente o relógio colabora. Regina chega ao local do show, e logo senta no buteco. Alguns amigos, brincadeiras, cervejas, risadas e surpresas. OK, Regina irá fazer show com suas bandas (duas, sim) e todo mundo estaria presente, mas todo mundo mesmo? É... Duas ou três pessoas ela acreditava que não iriam, e foram! Seu coração batia e a vontade de abraçar o mundo aumentava. Passa o som, passa o tempo. Show, poucas lembranças, a não ser algumas cabeças agitando, algumas pessoas gritando, algumas partes frenéticas onde todos agitam e cantam... Segundo show, frenético igualmente, cabeças, corpos e movimento. Sons cantados com o mesmo poder de hits (somos formadores de hits?) ecoam na pequena casa de show.Regina se sente estranha quando termina o show, ela queria abraçar um por um, e dizer o quanto ela estava feliz por tudo aquilo. E não é que todo mundo foi abraçar a Regina?A noite foi acabando, bebidas acabando, cigarros, conversas... Um noite cheia de surpresas acaba com Regina com seu fiel escudeiro comendo pão-de-queijo as 6 da manhã, e logo após isso ela embarcando em um ônibus para o interior da cidade de São Paulo pra mais um compromisso desses sérios de gente séria.

Regina acredita que a vida é feita de pequenos grandes momentos, grandes dias onde cada pessoa ou cada palavra torna a vida interessante. Pessoas se tornam infelizes do nada, mas também alcançam a felicidade e nem percebem.


Felicidade é um sentimento inconstante, controlar é um dom, um ápice da sorte.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Todo começo é chato, eu sei...

Regina tem falta de sono. Seis horas, três minutos e alguns segundos de segunda-feira e Regina não consegue dormir.Liga o computador, abre a pasta de músicas e escolhe a trilha sonora de mais um blog a ser montado.Ao som de Flaming Lips ela lembra do final de semana e se vale a pena escrever sobre ele. Vale? Arrá! Algumas coisas sim.

No momento mais tenso de sua vida, Regina sabe que o conto de fadas não existe.

Logo Regina terá rosto, terá manias e quem sabe um namorado.

Ficção ou realidade de um mundo complexo onde pessoas viram monstros e monstros viram seus melhores amigos.